A Lésbica Essencial - Sheila Jeffreys

Segue o texto:. Em revolta porque ela define a si mesma nos termos das mulheres e rejeita as definições dos homens de como ela deve se sentir, agir, aparentar e viver. Ser uma lésbica é amar-se a si mesma, mulher, numa cultura que deprecia e despreza mulheres. Lesbianismo coloca a mulher em primeiro lugar enquanto a sociedade declara o macho supremo. Quando politicamente consciente e organizado, é central em destruir nosso sistema sexista, racista, capitalista e imperialista.

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Lésbicas = 'Afeto' / Gays = 'Sexo'?: Discutindo Práticas Homoconjugais no Seriado Queer as Folk

E por que tais restrições violentas deveriam ser encontradas necessariamente para obter à força total lealdade emocional e erótica das mulheres e subserviência aos homens? Eu duvido que muitas estudiosas feministas tenham tomado as dores de reconhecer as forças societais que extraem as energias emocionais e eróticas delas mesmas e de outras mulheres e de valores identificados nas mulheres. A hipótese de Barry nos lança entre novas questões, mas ela elucida a multiplicidade de formas nas quais a heterossexualidade compulsória se apresenta. Mas o que devia ser motivo para alarme é em vez disso aceito como concúbito sexual normal. Isso nos permite conectar e comparar exemplos individuais díspares de resistência ao casamento: por exemplo, o tipo de autonomia reivindicado por Emily Dickinson, uma mulher branca genial do século XIX, com as estratégias disponíveis a Zora Neale Hurston, uma mulher negra genial do século XX. Dickinson nunca se casou, teve amizades intelectuais bem tênues com homens, viveu autoenclausurada na casa distinta de seu pai e passou toda a sua viver escrevendo cartas apaixonadas a sua amiga Kate Scott Anthon. Hurston casou duas vezes, mas logo abandonou seus dois maridos, enfrentou um longo caminho da Flórida para Harlem e para a Universidade de Columbia, daí para o Haiti, e finalmente de volta à Flórida, movendo-se para dentro e para fora do patronado branco e da pobreza, do sucesso profissional e do fracasso. Em sua crítica à obrigatoriedade da heterossexualidade, Rich reposiciona as mulheres em seu potencial emancipatório através dos grupos de mulheres, das associações entre mulheres.

A Lésbica Essencial - Sheila Jeffreys

O Que é Gênero? O Que é Opressivo Sobre o Gênero? Existem tão similaridades quanto diferenças entre as duas versões. Outra coisa que faz o feminismo radical se destacar é a maneira pela qual ele relaciona o gênero com a sexualidade e, ambos, com o poder. O erótico é o que define o sexo quanto desigualdade e, por isso, como uma diferença significativa. Uma Breve História da Sexualidade É somente a partir de cerca de em diante que o discurso médico, científico e legal começou a classificar e categorizar indivíduos por seu tipo sexual — e produziu o que historiadores agora reconhecem quanto uma específica identidade homossexual ou lésbica.

Teoria feminista | Apoya Mutua

Monique Wittig, escritora, poetisa e militante lésbica-feminista, nasceu na França em Exilou-se no final dos anos 70 nos Estados Unidos, e revolucionou o movimento feminista com seus escritos. Estes discursos falam sobre nós e alegam dizer a verdade num campo apolítico, como se qualquer coisa que significa algo pudesse escapar ao político neste momento da história, e como se, no tocante a nós, pudessem existir signos politicamente insignificantes. Estes discursos da heterossexualidade oprimem-nos no sentido em que nos impedem de falar a menos que falemos nos termos deles. Os semióticos podem interpretar o sistema deste discurso, fazer a sua natureza. Estes peritos em semiótica a que nos referimos previamente censuram-nos por confundirmos os discursos com a realidade, quando nos manifestamos contra a pornografia. Eu diria, alternativamente, um dos seus exercícios.

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